Postalis realiza live e tira dúvidas sobre o equacionamento do PBD

Com total transparência, foram respondidas ao vivo perguntas sobre o processo que dá solvência e liquidez ao plano.

Em mais uma ação de transparência, a Diretoria Executiva e técnicos do Postalis apresentaram na tarde desta quinta-feira (22/2), em live transmitida pelo canal do Instituto no YouTube, os pontos principais do Plano de Equacionamento de Déficit (PED) do Plano de Benefício Definido (PBD), respondendo ao vivo perguntas dos participantes e assistidos. “É muito importante fazer um bate-papo para esta virada de ciclo do PBD, termos essa aproximação para prestar contas a vocês, que são os donos deste patrimônio”, ressaltou o presidente Camilo Fernandes dos Santos.

A live apresentou os procedimentos de aprovação do PED, detalhando as datas e exigências cumpridas, mostrando o histórico de resultados técnicos do PBD desde 2015 até novembro de 2023, quando o PED foi implementado, e fazendo uma síntese das mudanças no regulamento do plano. Ambos os regulamentos, o novo e o antigo, estão disponíveis no site do Postalis (clique aqui). Na área restrita, acessada por senha pelos participantes e assistidos, também há um quadro comparativo com cada item alterado.

O diretor de Gestão Previdencial, Walison de Melo Costa, explicou sobre a obrigatoriedade de equacionar o plano, cumprindo o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), e destacou a grande importância desta solução. “Nossa missão é dar sustentabilidade ao PBD, de forma legal e equilibrada, considerando os direitos de todos os envolvidos. O equacionamento é uma responsabilidade compartilhada entre patrocinadores, participantes e assistidos”, lembrou. Os Correios se comprometeram, conforme contrato de dívida já assinado e registrado em cartório, com os pagamentos da metade do déficit, em valores superiores a R$ 7,6 bilhões.

“Ao implantar o PED, o PBD passou a ser um plano com solvência e liquidez necessária para realizar os pagamentos de benefícios, sem o fantasma que ameaçava o seu fim no futuro breve”, afirmou o diretor de Investimentos, Carlos Alberto Zachert. Ele lembrou que, em 2023, tanto o PBD quanto o Postalprev tiveram rentabilidade acima de suas metas, contribuindo para que os planos se mantenham equilibrados financeiramente.

Na sessão de perguntas e respostas, foram esclarecidos temas como a abrangência do equacionamento (que é total, com ele o plano voltou ao equilíbrio e iniciou 2024 sem déficit), sobre os prazos de pagamento das contribuições extraordinárias (a princípio vitalícias, mas que podem ser reduzidas ou mesma extintas a depender dos resultados futuros do plano) e sobre os cálculos das alíquotas (feitos e revisados por consultorias especializadas), entre outros.

Clique aqui e assista a live na íntegra e compartilhe o link com outros participantes e assistidos do PBD: https://www.youtube.com/watch?v=o9eT_hyDn3I

Postalis detalha equacionamento do PBD para entidades representativas

O 1º Fórum Postalis de 2024 com representantes de seus participantes e assistidos foi realizado na tarde desta quinta-feira (15/2), por videoconferência, para tratar exclusivamente da implantação da fase final do Plano de Equacionamento de Déficit (PED), que devolve a esperada solvência ao Plano de Benefício Definido (PBD). As reuniões, que costumam ser mensais, priorizam a transparência e a colaboração dessas associações para as principais demandas dos participantes do Instituto. O evento contou com a participação do presidente do Postalis, Camilo Fernandes dos Santos, o Diretor de Gestão Previdencial, Walison de Melo Costa, o gerente de Gestão Previdencial, Raul Rocha, junto a outros gestores do Instituto e dirigentes das associações de participantes e assistidos: Anipp, Adcap, Aract, Abraco e Findect.

“O processo de equacionamento demandou muita energia da equipe técnica, diretoria executiva, da patrocinadora, os Correios e Conselho Deliberativo do Postalis, uma verdadeira saga para tramitar tudo com responsabilidade e cautela”, afirmou Camilo, acrescentando que os participantes terão a segurança de que o patrocinador, Correios, já está formalmente compromissado com o pagamento de sua parcela do déficit do PBD. Isso porque já foi assinado o contrato de confissão de dívida, demonstrando a responsabilidade da patrocinadora, com seus trabalhadores, sejam eles assistidos ou da ativa. Firmando esse contrato, os Correios assumem a responsabilidade de pagar R$ 2,323 bilhões no prazo de 30 anos, com juros anuais – correspondente à redução dos benefícios futuros prevista no novo regulamento do plano – e pagar uma alíquota mensal vitalícia de 23,64%, a ser recalculada atuarialmente a cada ano, que trará outros R$ 5,275 bilhões ao PBD.

De acordo com o diretor de Gestão Previdencial, Walison de Melo Costa estes valores, que ultrapassam R$ 7,6 bilhões a receber dos Correios, juntamente com R$ 36 milhões do patrocinador Postalis e as novas contribuições dos participantes e assistidos, são imediatamente registrados contabilmente e, assim, o PBD inicia o ano de 2024 sem déficit. E com um regulamento adequado para manter seu equilíbrio financeiro.

“Cumprindo o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2020, demos equacionamento cabal, consolidando todos os equacionamentos de déficit do plano. Essa união de esforços entre patrocinadores, participantes e assistidos, o Plano de Benefício Definido (PBD) manteve sua solvência e liquidez, assegurando a continuidade dos benefícios conforme o regulamento atual. A solvência é a capacidade de uma entidade em cumprir suas obrigações de longo prazo, indicando saúde financeira para manter os compromissos futuros. Já a liquidez representa a capacidade de converter ativos em recursos financeiros para pagamento dos benefícios”, destacou o diretor Walison.

Na próxima semana, o Postalis irá realizar uma live com seus participantes para esclarecer, de forma didática e simples, todos os pontos do equacionamento, inclusive as novas alíquotas de contribuições extraordinárias já divulgadas (veja aqui). No evento, será ressaltado o principal benefício do equacionamento, que é a manutenção do PBD como fonte de renda extra para a aposentadoria, uma vez que este plano estava ameaçado de extinção caso não tivesse sua dívida solucionada. Todas as informações sobre o histórico e a solução deste equacionamento estão atualizadas no hotsite disponível no site do Postalis.

O presidente do Instituto se comprometeu em manter a comunicação do Postalis de forma clara e transparente e pediu a ajuda de todas as associações nesse esforço para que as informações cheguem de forma correta para todos os participantes. Este equacionamento é um divisor de águas na história do Postalis, não podem restar dúvidas de que estamos todos do mesmo lado dessa trincheira na luta em defesa do Postalis e de seus participantes. , ratificou.

Postalis detalha PED 2020 em 4º Fórum com Entidades Representativas

Diretoria Executiva também destacou o resultado dos investimentos acima da meta mantendo seu compromisso com a Transparência.

O Postalis realizou o 4º encontro deste ano, via videoconferência, com representantes de associações e sindicatos dos trabalhadores dos Correios. O Fórum prioriza a transparência e a colaboração dos integrantes em busca de propostas e soluções ligadas aos assuntos mais sensíveis da entidade.

O Presidente, Camilo Fernandes dos Santos, o Diretor de Investimentos, Carlos Alberto Zachert, e o Diretor de Gestão Previdencial, Walison Melo Costa, acompanhados do gerente de Gestão Previdencial, Raul Rocha, abordaram os próximos passos do Plano de Equacionamento de Déficit (PED) do Plano de Benefício Definido (PBD). A rentabilidade dos planos Postalprev e PBD, ambas acima da meta atuarial no acumulado de janeiro a outubro, também foram destaque.

Na abertura do encontro, o presidente Camilo Fernandes fez questão de destacar o grande esforço realizado para viabilizar o pagamento do Abono Anual dos assistidos do plano BD já na próxima terça-feira (12/12). Ele ressaltou a sinergia entre os diretores, conselheiros e o patrocinador Correios em prol dos aposentados e pensionistas.

Na oportunidade, o diretor Walison Costa e o gerente Raul Rocha falaram sobre as próximas ações e os trâmites necessários à implantação do PED 2020, iniciando por uma avaliação atuarial que já está sendo providenciada. Ela é necessária pois o novo regulamento do PBD, em vigor desde 22/11/2023, altera a concessão de novas pensões, extingue o pecúlio por morte e prevê abatimento de até 75% do abono anual.

Esta avaliação vai atualizar os valores do PED, contemplando movimentações populacionais (como saída de participantes do plano e aumento da idade dos integrantes), recalculando as obrigações e alíquotas extraordinárias, que passarão a ser vitalícias. Os cálculos ainda não estão disponíveis, mas serão divulgados com transparência a todos, assim que concluídos, inclusive com uma nova edição do Fórum.

Questionado, Raul Rocha explicou que não há necessidade de aprovação do resultado da avaliação e das novas alíquotas de contribuição por outras instâncias, o que permitirá a aplicação das alterações a partir de 2024, preferencialmente em janeiro. E acrescentou, que também será assinado o contrato de dívida referente à parcela de responsabilidade dos Correios sobre o déficit, trazendo mais segurança no processo para participantes e assistidos.

Na sequência, o diretor Carlos Zachert anunciou os resultados dos investimentos do PBD (7,25%) e do Postalprev (9,2%) acumulados nos primeiros 10 meses de 2023, ambos acima da meta atuarial de 7,14%. Ele adiantou que a perspectiva para novembro é muito positiva. Sobre a recuperação de investimentos malsucedidos do passado, ele informou que, somente neste ano, foram R$ 189 milhões reincorporados ao patrimônio dos planos previdenciários e que, desde 2018, este valor está próximo de R$ 1 bilhão em recuperações.

Zachert aproveitou a oportunidade para reforçar o pedido de apoio das entidades no sentido de divulgarem aos seus associados as vantagens da campanha Desenrola do Postalis que visa renegociar contratos, reduzir a inadimplência e ampliar o acesso ao crédito para os participantes e assistidos. Ao longo deste mês, os atendentes estão em contato com os inscritos na campanha – inclusive aos sábados – em um esforço para efetivar as renegociações em condições vantajosas, como juros abaixo de 1% ao mês e isenção de encargos, entre outros.

Diretores estarão em Ato Público pela responsabilização do banco BNY Mellon

Gestão atual está empenhada na recuperação de prejuízos gerados no passado pelo banco norte-americano aos planos de benefícios.

Em mais um gesto de cumprimento da responsabilidade fiduciária e em apoio aos seus participantes e assistidos, diretores do Postalis estarão presentes na manifestação pela responsabilização do banco BNY Mellon pelos prejuízos causados no passado aos planos de benefícios do Instituto. O evento, promovido por associações de participantes, está agendado para a próxima quinta-feira (23/11), às 10h, em frente à sede do banco no Centro do Rio de Janeiro. O Instituto será representado por seu Diretor de Investimentos, Carlos Alberto Zachert, e seu Diretor de Gestão Previdencial, Walison de Melo Costa.

“É muito importante essa iniciativa porque os danos não podem cair no esquecimento, já que os trabalhadores e patrocinadores estão pagando sua parcela com contribuições extraordinárias. A sociedade está atenta e o banco precisa assumir suas responsabilidades e reparar os prejuízos de sua má gestão”, complementa o presidente do Instituto, Camilo Fernandes dos Santos.

No passado, o banco BNY Mellon foi contratado para administrar a carteira de fundos de investimentos dos planos de benefícios do Postalis, cuja gestão trouxe prejuízos bilionários aos cofres da entidade. A situação compromete até hoje o pagamento dos benefícios de aposentadoria e pensão dos trabalhadores dos Correios, principalmente o Plano de Benefício Definido (PBD), que acumula déficit de mais de R$ 9 bilhões e obriga participantes e patrocinadora a pagar contribuições extraordinárias para manter as complementações de aposentadoria e pensão.

A atual gestão do Postalis mantém ações judiciais e administrativas contra o BNY Mellon que aguardam decisões definitivas da Justiça. Entre o final de agosto e início de setembro deste ano, o Instituto realizou uma apresentação para líderes sindicais, parlamentares norte-americanos e representantes de movimentos sociais, nos Estados Unidos, demonstrando o que ocorreu na relação conflituosa com o banco. Em seguida, houve uma manifestação realizada na sede do BNY Mellon em Nova York.

“Depois de anos de indiferença, o Postalis está novamente unido ao patrocinador Correios e aos participantes e assistidos pelo interesse comum, que é resgatar a capacidade de seus planos de manter a renda esperada na aposentadoria destes trabalhadores”, afirma o diretor Walison Costa. “Não há dinheiro perdido para esta gestão, estamos buscando por todas as vias a responsabilização de quem causou danos ao Instituto e sua reparação”, acrescenta o diretor Zachert.

Um novo plano de equacionamento, referente ao período de 2015 até 2020, para devolver o equilíbrio necessário ao PBD, está prestes a ser implementado já com a aprovação da Previc, órgão fiscalizador do segmento. A intenção do Postalis é implementá-lo ainda neste ano de 2023. Em paralelo, o Instituto aperfeiçoou seus mecanismos de governança para evitar novos desvios como os ocorridos no passado. Como resultado, a rentabilidade do PBD e do Postalprev se mantém acima da meta ao longo deste ano, o que evita a ampliação do déficit, porém não é suficiente para cobrir todos os danos gerados pelo BNY Mellon.

Juntamente com a recuperação financeira, a direção atual do Postalis tem se empenhado em melhorar a prestação de serviços e o relacionamento com seus participantes, assistidos e patrocinador. Exemplos dessa atuação são a campanha Desenrola Postalis, para a renegociação de empréstimos inadimplentes e novas ofertas de crédito, a Semana de Educação Previdenciária e Financeira em conjunto com os Correios, com informações práticas sobre a melhor utilização dos planos e gestão dos orçamentos individuais.

Postalis participa do seminário BTG Pactual em Nova York

O diretor de Investimentos do Postalis, Carlos Alberto Zachert, participa hoje (02) do Internacional Institucional Summit, evento promovido pelo banco BTG Pactual na cidade de Nova York (EUA). Ele é um dos dirigentes de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) convidados para o seminário que tem o objetivo de apresentar e aprofundar o conhecimento aos maiores investidores institucionais do Brasil sobre a indústria de fundos e de mercado internacional, nos quais o Postalis já investe uma parcela de recursos.

O BTG Pactual é uma das gestoras contratadas via processo de seleção pelo Instituto, desde 2021, para a gestão da carteira no exterior, é o maior banco de investimentos da América Latina e realiza diversos eventos de aproximação entre agentes do mercado de capitais.

“Estamos vivendo um momento apropriado para avaliar o cenário e conjuntura internacional e as oportunidades de investimentos no exterior para possível composição do portfólio de alocação de recursos”, afirma o diretor do Postalis.

A legislação brasileira atualmente permite que até 10% da carteira dos fundos de pensão seja composta por ativos no exterior. No Postalis, estão alocados fora do Brasil cerca de 6% dos ativos do PBD e pouco mais de 2% do Postalprev. É uma estratégia que funciona como alternativa para diluir o risco do mercado brasileiro e que demanda uma avaliação prévia bem fundamentada. “Em nosso entendimento os ativos denominados em outras moedas fazem muito sentido na diversificação e otimização das carteiras”, acrescenta.

Segundo Zachert, conhecer os gestores e se certificar das suas metodologias de trabalho é muito importante e traz maior segurança aos dirigentes dos fundos de pensão, que são os responsáveis pela gestão dos recursos dos participantes. Além disso, o convite ao Postalis demonstra, mais uma vez, o reconhecimento do mercado financeiro de que a gestão atual do Instituto é sólida e confiável, favorecendo os negócios e permitindo performances com melhor rentabilidade.

No Dia do Idoso, relembre as vantagens de fazer parte do Postalis

Planos de previdência complementar trazem renda extra ao INSS, ajudando a ter qualidade de vida

Segundo o censo mais recente do IBGE, o Brasil conta com 212,7 milhões de habitantes, sendo 31,2 milhões de pessoas com mais de 60 anos que, de acordo com a legislação, são consideradas idosas. A idade é relativa, pois depende também do estado de espírito, mas o fato é que a população com mais de 60 anos cresceu quase 40% em uma década e expectativa de vida cresceu para 77 anos, em média.

No Dia do Idoso, lembramos as vantagens de fazer parte do Postalis. Atualmente, são 32.990 participantes do PBD e 12.223 no Postalprev com mais de 60 anos, que chegaram a essa fase da vida podendo comemorar a decisão, quando jovens, de ingressarem no plano de previdência complementar. Isso porque, no Postalprev, já é possível se aposentar a partir de 50 anos (na forma antecipada, com benefício proporcional) ou 58 anos (com benefício no valor normal) ao deixar de trabalhar para os Correios ou para o próprio Instituto, desde que se tenha ao menos 10 anos de vínculo com a patrocinadora, 60 meses de contribuições ao plano. No PBD, os requisitos de idade e vínculos são os mesmos, mas também é preciso estar aposentado pela Previdência Oficial.

O principal ganho é que, ao contrário do que ocorre com 90% dos brasileiros, os participantes do Postalis não irão depender apenas do INSS, o que assegura melhor qualidade de vida. Em ambos os planos há opção de renda vitalícia. E mais: diferentemente dos produtos de previdência privada oferecidos por bancos e seguradoras, os planos do Postalis não possuem fins lucrativos e, no Postalprev, seu empregador ajuda a ampliar a poupança para a aposentadoria. Cada contribuição básica do participante é dobrada por uma contribuição idêntica do seu patrocinador a cada mês.

Os planos do Instituto também trazem segurança financeira para seus familiares, caso você venha a faltar, ao oferecer pensão por morte para os beneficiários diretos, que são cônjuges, filhos solteiros menores de 21 anos, ou até 24 anos se estiverem frequentando curso superior, e filhos inválidos de qualquer idade. No caso do Postalprev, há ainda o pagamento de pecúlio, para ajudar nas despesas imediatas.

Para quem ainda não chegou aos 60, a recomendação é de não perder a oportunidade de planejar seu futuro desde já. Empregados dos Correios e do Postalis que ainda não são participantes podem se inscrever no Postalprev, mesmo que já façam parte do PBD, aumentando suas reservas para essa fase da vida. Basta entrar em contato com o Postalis e enviar o Atestado de Saúde Ocupacional oferecido pelo empregador, juntamente com o Termo de Adesão assinado. Tornar-se idoso é um privilégio e a hora de planejar como será sua vida quando chegar lá é agora!

Postalis apresenta a Associações as melhorias na governança e na gestão de investimentos

A diretoria executiva do Postalis apresentou nesta quarta-feira (27/09) as informações sobre o processo de investimentos, governança e gestão de recursos garantidores dos planos de previdência aos representantes de associações de participantes e assistidos com o objetivo de mostrar que essa nova gestão prioriza a transparência em todas as suas ações.

O presidente do Instituto, Camilo Fernandes dos Santos, destacou novamente o compromisso do Instituto com uma gestão responsável: “Não há espaço para erros ou aventuras. Temos hoje processos muito robustos de governança que envolvem avaliações de riscos, jurídica, comitês de investimentos e de auditoria e áreas técnicas capacitadas. Todos os nossos investimentos seguem na esteira da regulamentação e monitoramento, com supervisão mensal da Previc”, destacou.

O diretor de Investimentos, Carlos Alberto Zachert conduziu a apresentação, ao lado do diretor de Gestão Previdencial, Walison de Melo Costa. O diretor Zachert abordou o histórico dos investimentos do Postalis, contextualizou a intervenção federal e a precificação correta dos ativos, e o consequente aprimoramento do processo de investimentos, com projeções econômicas, estudos técnicos de alocação (ALM) e a construção da Política de Investimentos, aprovada pelo Conselho Deliberativo com os limites para a aplicação dos recursos. Detalhou também as ações de monitoramento de governança, de riscos e de fiscalização, juntamente com a composição atual das carteiras e performance dos planos.

Como exemplo das melhorias de governança, Zachert explicou que, no passado, as alocações até 2% da carteira própria estavam sob alçada única da Diretoria de Investimentos, entre 2% e 5% na alçada da Diretoria Executiva e apenas os valores superiores a 5% passavam pela aprovação do Conselho Deliberativo. No modelo atual, alocações até 2% são submetidas a toda a Diretoria Executiva e, acima deste valor, passam obrigatoriamente pela avaliação do Conselho Deliberativo.

A segregação de funções é outro avanço significativo, uma vez que as áreas responsáveis diretamente pelos investimentos e as encarregadas pelo controle agora respondem a diferentes instâncias. O Postalis hoje não mais permite a participação de diretores em Comitês de Investimentos, Riscos e Auditoria, que trabalham de forma independente fazendo análises e recomendações antes da tomada de decisão. E conta com um amplo conjunto de manuais com diretrizes seguidas fielmente, além de manter toda a documentação dos investimentos registradas em sistema, o que não ocorria no passado. “Hoje quem aprova ou não um investimento não é a figura de um diretor ou conselheiro, mas o próprio processo, o que traz mais segurança”, afirmou Walison Costa, diretor de Gestão Previdencial.

Juntamente com estas melhorias, a implantação do Canal de Denúncias e a reformulação do Código de Ética fortalecem o processo e permitem responsabilização em caso de irregularidades. Como resultado, o Postalis voltou a ter credibilidade no mercado financeiro, atraindo o interesse de gestores de investimentos quando são abertos processos de seleção. E a performance dos planos tem melhorado significativamente, assim como o volume de recursos recuperados de investimentos malsucedidos do passado.

Participaram do evento híbrido (presencial e online) membros do Conselho Deliberativo como o presidente Hudson Alves e o presidente substituto Vinícius Moreno, membros do Conselho Fiscal como o presidente Fábio Conde, representantes da patrocinadora Correios, lideranças da FINDECT, FENTECT, FAACO, ADCAP, ANIPP, ABRAACO dentre outras associações, além de trabalhadores do Postalis.

Postalis recebe apoio de manifestantes na sede do BNY Mellon nos EUA

Líderes sindicais cobram responsabilidades do antigo gestor de investimentos do Instituto sobre prejuízos causados no Brasil

Sindicalistas de várias partes do mundo, de diferentes categorias, fazem uma manifestação hoje em Nova York (Estados Unidos), em frente à sede do banco BNY Mellon, cobrando as responsabilidades do antigo gestor de fundos de investimentos do Postalis sobre os prejuízos causados. Representantes da Federação dos Aposentados e Aposentáveis dos Correios (FAACO), da Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP), da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT) e da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT), assim como de outros sindicatos do Brasil, em especial do setor bancário, fazem parte do movimento em apoio ao Postalis.

SINDICATO DOS BANCÁRIOS APOIA A CAUSA DO POSTALIS E PARTICIPA DAS MANIFESTAÇÕES NOS EUA: https://spbancarios.com.br/09/2023/em-frente-ao-bny-mellon-bancarios-defendem-aposentadoria-dos-funcionarios-dos-correios

No passado, o banco foi contratado para administrar a carteira de fundos de investimentos dos planos de previdência complementar dos Correios, mas essa gestão trouxe prejuízos bilionários aos cofres da entidade. A situação compromete até hoje os benefícios de aposentadoria e pensão dos trabalhadores dos Correios, principalmente o Plano de Benefício Definido (PBD), que acumula déficit e obriga participantes e patrocinadora a pagar contribuições extraordinárias para manter as complementações de aposentadoria e pensão.

O Postalis mantém mais de 10 ações judiciais no Brasil para reparação destes danos, quea guardam decisões definitivas. Uma dessas iniciativas é a ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, que conta com o Instituto como assistente de acusação, com valor estimado em R$8 bilhões. Além da batalha na Justiça, o Postalis também tenta há anos fazer com que a subsidiária do BNY Mellon no Brasil assuma suas responsabilidades, mas as negociações não avançam.

No dia 25 de agosto, a convite da organização sindical UNI Global Union, o Postalis fez uma apresentação para líderes sindicais, parlamentares norte-americanos e representantes de movimentos sociais, demonstrando o que ocorreu na relação com o banco e seus impactos aos trabalhadores dos Correios no Brasil. “Conseguimos apoio e solidariedade e agradecemos a todos por essas manifestações. Esperamos que isso se reverta em uma postura mais respeitosa por parte do BNY Mellon, para que ele volte a negociar com seriedade, cumpra com seu dever e sua responsabilidade para reverter esse prejuízo”, afirma o presidente do Postalis, Camilo Fernandes dos Santos.